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Por que médicos devem entender sobre contabilidade e gestão tributária?

Afirmar que médicos devem entender de contabilidade e gestão tributária parece, em um primeiro momento, absurdo. Afinal, os profissionais dessa área se dedicam muito e estudam a vida toda para aprimorar suas técnicas e conhecimentos para promover a saúde de toda a população.


Porém, esses profissionais também devem priorizar a saúde financeira de suas clínicas e instituições de atendimento ao paciente, visto que se houver problemas de ordem financeira ou mesmo fiscal, isso impactará diretamente a rotina da clínica e, consequentemente, afastará os pacientes.


Para começar, é preciso entender quais são os impostos médicos a serem pagos, e como funciona a carga tributária de uma clínica. A tributação da clínica é primordial para manter um negócio sustentável e trata-se da cobrança governamental sobre os impostos que a empresa sofre. Vale lembrar que o valor muda de acordo com o tipo, faturamento e tamanho de cada clínica, podendo ser Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido.


Independente do modelo adotado, o importante é emitir todas as notas fiscais de forma organizada e entender que a diferença entre eles está na forma como os impostos são calculados, a maneira como eles são recolhidos e as obrigações fiscais de cada um.


Já sobre o Imposto de Renda, trata-se de uma contribuição que deve ser feita ao longo do ano, seguindo um calendário oficial, e tem uma cobrança anual. Nesse caso, o IR pode ser aplicado tanto para Pessoa Física quanto Jurídica. Nesse sentido, é necessário ficar atento à documentação necessária, como Plantões médicos, CPF dos pacientes, Encargos com funcionários, Despesas fixas, Material de consumo da clínica, CRM e sindicatos, Marketing e Bens e Patrimônios.


Como em diversos segmentos, existem formas de reduzir um pouco os impostos. Para isso, é preciso atenção ao enquadramento do serviço oferecido. Nesse sentido, fica o alerta de que não adianta escolher qual tipo de enquadramento aplicar ao negócio levando em consideração apenas o faturamento. É preciso fazer uma análise do todo para encontrar o modelo que mais se adequa ao momento do hospital ou clínica.


Por fim, é preciso se manter atento às mudanças que podem vir sobre impostos e eventuais mudanças em leis de contabilidade. Somente dessa forma, será possível manter uma previsibilidade financeira, ter um negócio sustentável e, claro, oferecer o melhor atendimento possível aos pacientes.


Fazer uso de recursos tecnológicos, como plataformas e softwares de gestão são imprescindíveis para automatizar processos burocráticos e mitigar eventuais erros humanos. É importante também manter um olhar atento e atualizado ao fluxo de caixa, para que nada saia do controle e não surjam surpresas ruins na jornada médica.


Fonte: Doctoralia.

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