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Sebrae aponta 25 tendências para transformação digital de empresas em 2019



Objetivo é diminuir custo, melhorar desempenho e resultados

Transformação digital é um processo no qual as empresas estão se apropriando de ferramentas tecnológicas para melhorar desempenhos, diminuir custos e garantir melhores resultados.


Isso considerando que os consumidores estão cada vez mais conectados em dispositivos com acesso à internet.

Sebrae elencou 25 tendências de ferramentas para transformação digital de empresas em 2019. Confira abaixo a lista:

  1. 5G: É a próxima geração de redes sem fio (atualmente são utilizadas as duas gerações anteriores, 3G e 4G). O que muda na prática: Para baixar um filme em HD de 8 gigas, ao invés de levar 7 minutos na rede 4G, ou uma hora na 3G, você levará apenas 6 segundos, mas isso é só um detalhe. A diminuição do tempo de latência possibilitará, por exemplo, o uso de carros autônomos, sem motorista, já que sensores espalhados pela estrada transmitiriam instantaneamente informações para o carro, diminuindo a velocidade ou alterando o percurso em caso de um acidente.

  2. DRONES: Os drones são veículos aéreos não tripulados controlados remotamente, mas esse conceito está prestes a mudar. Criados primordialmente para guerra, esses veículos já são conhecidos pelo seu uso no audiovisual, pela coleta de materiais perigosos ou até mesmo pela tentativa da Amazon de transformá-los em entregadores de mercadorias, e o próximo passo é pelo transporte de passageiros.

  3. SMART AGRICULTURE: A agricultura inteligente é um sistema que unifica dados meteorológicos e de máquinas inteligentes para monitorar plantações fornecendo dados em tempo real e analisando o crescimento de plantações para minimizar perdas na produção. Para isso, capta dados, por meio de estações meteorológicas sobre temperatura, umidade, velocidade do vento, probabilidade de precipitação, comportamento do solo e disponibilidade de recursos hídricos da região, e os analisa para sugerir soluções.

  4. INTERNET OF THINGS (IOT): A IoT, ou Internet das Coisas, em português, é uma rede de objetos físicos com sensores e conexão à internet, que são capazes de coletar e transmitir dados. Essa conexão permite não apenas controlar dispositivos remotamente, como também compartilhar dados que podem ser analisados e usados para melhorar produtos e tornar serviços mais eficientes. Na indústria, por exemplo, pode automatizar a produção, medir a produtividade real de cada equipamento, distribuir e otimizar suprimentos, monitorar equipamentos que precisam de manutenção, tanto entre máquinas quanto entre fábricas diferentes.

  5. LOJAS INTELIGENTES:  Lojas inteligentes são estabelecimentos comerciais que fazem uso de tecnologia para aprimorar a experiência de compra para o consumidor, tornar a gestão mais eficaz e reduzir custos por meio do uso de tecnologia. Chips, radiofrequência em produtos, espelhos interativos, reconhecimento facial, realidade virtual, código de barras e biometria são apenas algumas das ferramentas já disponíveis no mercado. Cada vez será mais comum entrar em uma loja e ver espelhos digitais que sugerem produtos ao reconhecer o consumidor e analisar dados de seu histórico de compras.

  6. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: A inteligência Artificial é um ramo da ciência da computação que busca criar dispositivos que sejam capazes de realizar capacidades humanas como raciocinar, observar e tomar decisões para resolver problemas. Hoje em dia, a Inteligência Artificial já está presente em vários dispositivos que utilizamos em nosso cotidiano: games, programas de computador, apps, robótica e ferramentas de diagnóstico médico, como o Watson Health. Essa ferramenta já é amplamente usada nos dias atuais. Por exemplo, os varejos de e-commerce, em que dados de compras anteriores são utilizados para sugerir produtos.

  7. MACHINE LEARNING: Machine learning é a capacidade dos computadores de aprender sem serem programados. O sistema usa métodos estatísticos para analisar uma variedade de algoritmos e encontrar padrões em bancos de dados, que utiliza para fazer determinações ou predições. A principal característica é a habilidade que o sistema possui em aprender com a análise de dados e aumentar a precisão na realização de tarefas progressivamente. Hoje em dia, esses sistemas observam nosso comportamento digital, buscas, geolocalização, uso de apps e formulam respostas antes que façamos as perguntas. Estão presentes em todas nossas interações digitais, principalmente no direcionamento de anúncios do varejo, como o Google Ads e o Facebook Ads.

  8. BIOMETRIA: A biometria analisa formas físicas e comportamentais para identificar um indivíduo unicamente. Utilizados como ferramenta de segurança, os sistemas biométricos são capazes de identificar uma pessoa pelos olhos, digitais, retinas, veias, face, íris dos olhos e palmas das mãos. As pesquisas agora buscam conseguir identificar um indivíduo por meio da voz, jeito de andar e reação a diferentes situações (biometria comportamental).  Aqui no Brasil, ela já é utilizada por instituições bancárias e pelo Tribunal Superior Eleitoral para evitar fraudes nas eleições.

  9. CONVERSATIONAL MARKETING: É o nome dado ao diálogo one-to-one entre as marcas e seus consumidores, sem intermediários, feito em tempo real. Bilhões de pessoas ainda interagem diariamente com marcas por meio de SMS. Com o lançamento do RCS, além das mensagens multimídia, essa comunicação irá gerar uma base de dados tamanha que elevará a outro patamar a interatividade e capacidade de engajamento para o varejo. A possibilidade do envio de mensagens multimídia poderá servir como alternativa à utilização de intermediários como apps e redes sociais.

  10. OMNICHANNEL: Omnichannel é uma tendência de convergência de todos os canais de comunicação de uma empresa para que o consumidor não perceba diferenças entre o online e o offline. Dessa forma, é possível explorar qualquer tipo de interação. Essa tendência é uma evolução do conceito de multicanal e é focada na experiência integrada do consumidor com todos os canais de comunicação de uma marca. A experiência do consumidor com a marca se torna única por uma via de mão dupla: os dados fornecidos por ele são utilizados para melhorar, agilizar e customizar a sua experiência de compra.

  11. BLOCKCHAIN: O blockchain é parecido com um livro contábil que registra as transações e distribui em vários computadores que formam uma rede. Todos os computadores da rede precisam reconhecer uma transação para ela ser validada, ou seja, para alterar uma informação seria necessário alterar em todos os computadores da rede. As transações são reunidas em blocos que formam cadeias que são criptografadas para segurança dos usuários. Porém, as transações na blockchain são públicas, podendo ser auditadas por qualquer pessoa. O conceito de segurança da blockchain já está sendo aplicado para outras áreas, como o caso dos smart contracts, que são definidos por códigos e garantem a negociação e aplicação de um contrato de forma autoexecutável. Isso facilita contratos entre desconhecidos sem a necessidade de um intermediário.

  12. SELF CHECKOUT: O self checkout é um sistema que já é utilizado em países como os EUA e começa a ganhar força no Brasil. Nele, o consumidor registra e paga seus produtos sem o auxílio de um intermediário. Além do pagamento tradicional, já existem tecnologias que utilizam aplicativos, QR Code, reconhecimento facial e leitura computacional para a experiência da compra ser ainda mais ágil. Bancos e supermercados, os maiores campeões de reclamação sobre filas, já estão adotando essa ferramenta. A tendência é que ela se expanda por todo o varejo.

  13. REALIDADE VIRTUAL E REALIDADE AUMENTADA: As duas experiências parecem ser a mesma, mas a única coincidência é que ambas utilizam um óculos para a experiência imersiva. Na realidade virtual, ao utilizar o óculos, a pessoa é transportada para um outro lugar, sem vínculo nenhum com o espaço físico onde ela se encontra. Já na realidade aumentada, os óculos trazem elementos para o seu mundo, como se a tecnologia desse uma ajudinha para deixar a sua realidade um pouco melhor.

  14. RECONHECIMENTO FACIAL: O reconhecimento facial é um tipo de análise biométrica que detecta traços e sinais do rosto. Essas características são chamadas de pontos nodais e são cerca de oitenta na face humana, como o comprimento do nariz ou o tamanho do queixo, por exemplo. Os pontos nodais são medidos e armazenados em uma base de dados, formando assim uma assinatura facial da combinação desses oitenta pontos. O reconhecimento facial já é utilizado por aplicativos, bancos e celulares e agora está começando a ser usada por governos. A principal tendência é que cada vez mais seja utilizado como critério de segurança.

  15. BIG DATA: Big Data é um termo utilizado para descrever o imenso volume de dados que nossas interações digitais geram. Porém, o mais relevante não é o volume desses dados recolhidos, mas sim o que é feito com esses bancos de dados. Ao analisar esses dados, é possível criar correlações entre comportamentos padrões e, com eles, gerar insights que podem reduzir custos, tempo, desenvolvimento de novos produtos e auxiliar nas tomadas de decisões.

  16. CHATBOTS: Os chatbots são programas de computador criados para simular uma conversação humana. A ferramenta busca responder perguntas em linguagem natural de tal forma que um humano não perceba que fala com uma máquina. Os chatbots são usados para uma infinidade de tarefas: gerar leads pela retenção do visitante por meio do diálogo, como captador de informações no marketing, em pesquisas de opinião ou como SAC. A novidade é que, com a junção de tecnologias como inteligência artificial, machine e deep learning, os chatbots se tornaram capazes de apreender e se adaptar à experiência singular de cada usuário.

  17. THE INDUSTRIAL INTERNET OF THINGS (IIOT): É a aplicação da internet em equipamentos da indústria. Computadores inteligentes são conectados a dispositivos e objetos inteligentes que utilizam sensores para enviar e receber dados, para um sistema e/ou entre máquinas. Serão gerados dados que poderão ser analisados para melhorar a performance de equipamentos, otimizar a produção, reduzir custos e extrair insights para inovação.

  18. VISÃO COMPUTACIONAL: Um processo que busca simular a visão humana em uma máquina por meio do uso de softwares e hardwares, reconstruindo uma cena 3D tendo como base imagens 2D. Em resumo, a visão computacional desenvolve métodos que visam a extração automática de informações úteis contidas em imagens.

  19. ROBÓTICA: A robótica é um segmento que utiliza tecnologias de mecânica, eletrônica, computação, inteligência artificial e microeletrônica para construir dispositivos eletromecânicos ou biomecânicos que sejam capazes de executar tarefas de maneira autônoma, pré-programada ou com controle humano. É cada dia mais comum o uso desses dispositivos, os robôs, na execução de tarefas de risco, industriais e da medicina, entre outras. O que veremos de agora em diante serão outras tecnologias atreladas à robótica, como inteligência artificial, visão computacional e machine learn, possibilitando que os robôs aprendam a solucionar problemas de forma autônoma, trocando informações entre máquinas em rede.

  20. CLOUD COMPUTING: Cloud computing é o armazenamento de dados na nuvem, via internet, que dispensa o investimento em servidores físicos e manutenção de hardware. O serviço inclui, além do armazenamento, sistemas operacionais e programas que auxiliam e otimizam a gestão, com a vantagem de poder serem acessados remotamente de qualquer dispositivo ligado à internet. Com essa nova ferramenta, as empresas poderão reduzir custos com hardware, já que arquivos e sistemas operam na nuvem. Além disso, é possível acessar todo o sistema por meio de qualquer dispositivo conectado à internet.

  21. WEARABLE TECHNOLOGY: A “tecnologia vestível”, apesar da tradução não abranger o termo original, consiste em dispositivos eletrônicos inteligentes que podem ser usados como implantes ou acessórios. Aliados à IoT, esses dispositivos permitem que os objetos troquem dados, sobre saúde, locomoção, comunicação etc, e se conectem a outros dispositivos para sincronizar dados. A conectividade alcançará um outro patamar, eliminando, por exemplo, a necessidade de uso de um dispositivo físico como o smartphone. Além disso, com a conexão de objetos da internet das coisas, a experiência de estar na cidade será virtualmente interativa.

  22. COMPUTAÇÃO COGNITIVA: A computação cognitiva busca gerar conhecimento interpretando e extraindo dados não estruturados e que são difíceis de serem pelos sistemas programáveis tradicionais. A tecnologia simula processos do aprendizado humano em um computador e usa o auxílio de machine learning para serem interpretados e extrair dados e gerar novos conhecimentos. A computação cognitiva já está revolucionando a medicina, mais exatamente no tratamento do câncer, ao emitir diagnósticos baseados no histórico de pacientes e informações de exames. As pulseiras e relógios inteligentes também utilizam essa ferramenta e o próximo passo é que todos eletrodomésticos as utilizem por meio da IoT para aprimorar seu funcionamento de forma autônoma.

  23. DATA VISUALIZATION: A data visualization é um estudo que busca a melhor forma visual possível para a visualização de dados, comunicando informações de forma clara e efetiva por meio de gráficos. Nela, os dados numéricos são codificados em cores, pontos, linhas, barras, curvas e formas geométricas para comunicar visualmente mensagens quantitativas. Apenas por melhorar a visualização em tempo real e por meio de gráficos interativos, os dados já podem ser compreendidos por um número maior de pessoas, e não apenas por especialistas.

  24. GEOLOCALIZAÇÃO: Geolocalização é a capacidade de um sistema de identificar o local geográfico de um usuário, ou de um dispositivo de computação, por meio de uma ferramenta de coleta de dados. Por meio da identificação do IP do dispositivo conectado à internet, é possível saber informações como país, estado, cidade, rua e fuso horário onde foi feito o acesso. Na verdade, já mudou. Aplicativos como Uber, Waze, IFood, utilizam a geolocalização para oferecer serviços e, além disso, os anúncios direcionados, por exemplo, do Facebook, Twitter e Instagram são feitos por essa ferramenta, entre outras.

  25. SMART CITIES: As cidades inteligentes são projetos de ocupações tecnológicas do espaço urbano que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas e o impacto causado no planeta buscando soluções sustentáveis por meio da interação entre governo e habitantes. A principal mudança que será causada pelas cidades inteligentes é a melhora da qualidade de vida e da experiência de estar na cidade, por meio da modernização de suas estruturas.

OUTRAS TENDÊNCIAS:

  1. CIDADES CASHLESS: Os mercados surgem com foco em novos hábitos de consumo e os vários avanços da tecnologia transforam cidades inteiras. Com isso, o fim do dinheiro físico, cartões, moedas e células, aproxima-se.

  2. SEM RÓTULOS: A tendência é um consumo consciente e conveniente. E isso impacta a forma como as agências comunicam marcas, mas do que chamar atenção para elas, é melhor investir em produtos e serviços de alta qualidade e construir uma comunidade ao redor da oferta.

  3. MIXED REALITY: A combinação de experiências físicas e digitais, como realidade aumentada, realidade virtual, vídeos em 360 graus e hologramas, já é muito utilizado há um tempo. A novidade é que veremos mais acesso dos consumidores a dispositivos com essa combinação e preços acessíveis, além de experiências imersivas construídas por novos produtores de conteúdo, o que pode ser destaque em várias áreas.

  4. STORYTELLING E TECNOLOGIA: No SXSW, o Google apresentou o Youtube Re:Told, experiência que aborda a convergência do storyetelling e da tecnologia. O projeto foi criado em 2016 com a intenção de estimular a criatividade a partir dessa convergência e, para isso, treze agências foram convidadas a contar histórias criativas em curto espaço de tempo.

  5. ASSISTENTES VIRTUAIS: Em 2018, há destaque em torno das ideias impactadas pela evolução da Inteligência Artificial e pela implementação da 5G. Uma delas são as soluções voltadas para os assistentes virtuais ativados por comandos de voz, self-driving cars e Internet das Coisas (IoT).

  6. DESIGN THINKING: Apenas inventar produtos não basta, é preciso integrá-los ao meio social. O Design Thinkg é um modelo de pensamento que busca isso e vai além da necessidade de criar um produto, procurando entrar na vida do consumidor e ditar necessidades futuras. É importante encontrar soluções com novas perspectivas, colocando sempre as pessoas nos centros das decisões, as envolvendo em todo o processo. A Havaianas, marca brasileira que é um dos cases de Marketing mais bem sucedidos do mundo e vende cerca de 160 milhões de pares ao ano, ampliou suas linhas de produto, incluindo bolsas que, para sua crianção, contraou o IDEO, especialista em Design Thinking.

  7. MINIMALISMO: Menos é mais. Os grandes nomes do Design e as grandes empresas entenderam isso. Há, cada vez mais, uma busca pela simplicidade e concisão de ideias. E abandonar os excessos é ter mais agilidade. Para as empresas, isso tem levado a mais excelência e eficiência. Não é de hoje que, para a Aplle, aperfeiçoar é simplificar. Um exemplo de sucesso que incorporarou o minimalismo nas estratégias de mercado e têm vários projetos de sucesso o utilizando.

  8. MUNDO VUCA: Vuca é um acrônico para descrever quatro características marcantes do momento em que estamos vivendo: Volatilidade, Incerteza,Complexidade e Ambiguidade. O termo surgiu na década de 90 no ambiente militar, mas hoje foi incorporado ao vocabulário corporativo, o que envolve desafios e possibilidades para as empresas, já que agora é mais importante está pronto para agir com o inesperado e os modelos tradicionais de gestão de riscos não são suficientes.

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