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Poupar ou não poupar: eis a questão

A dor de pagar, segundo o colunista Samy Dana, é um sofrimento psicológico que nasce com a aversão aos gastos.

Estudos da economia comportamental têm se debruçado sobre o assunto, e uma das conclusões é que o meio usado para pagar uma conta influi na nossa disposição para consumir. Se a ideia for pagar em dinheiro, o gasto é menos provável. Mas se pensarmos em usar o cartão de débito ou de crédito, as chances de querer comprar  aumentam.

Para conseguir o tal autocontrole, tão necessário à saúde financeira, ele conta que é preciso saber adiar o prazer. Economizar para a tão sonhada viagem ou ceder à tentação e fazer uma compra por impulso? O segredo é desviar a atenção e pensar em outra coisa para não ceder facilmente.

Não custa lembrar que Freud, ao conceituar o Princípio do Prazer, afirmou que uma  pessoa se torna adulta quando aprende a adiar o prazer em prol de outras questões. Já pensou nisso?

Conter os impulsos e planejar o futuro são fundamentais para quem deseja viver com tranquilidade – ao menos financeira. Poupar para a aposentadoria é importante. Para quem pretende se aposentar via INSS, saiba que há casos em que é possível aumentar o valor recebido.

Investir, poupar e até mesmo se aposentar são verbos que muitos profissionais liberais conjugam com dificuldade.

No caso dos millenials, a geração nascida no início da década de 80, a tarefa de poupar é ainda mais difícil. Imediatistas, eles pensam mais nas realizações pessoais do que na estabilidade financeira futura.

Por fim, conheça o movimento iniciado nos Estados Unidos que prega a aposentadoria mais cedo, em torno dos 40 anos. A ideia do grupo não é descansar, mas deixar de lado a cultura do consumo e um trabalho que rouba a maior parte do seu tempo. Dá o que pensar, não é mesmo?

Fonte: O Globo newsletter@newsoglobo.com.br

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