Conheça os 8 conceitos essenciais para entender a próxima revolução industrial
22/06/2017


Transformação do modelo atual para a Indústria 4.0 deve acontecer ao longo dos próximos anos


A nova revolução industrial é uma realidade próxima e deve transformar de vez o modo como um dos setores mais importantes da economia funciona. Um produto totalmente customizado poderá ser fabricado no centro de produção no exato momento em que o cliente fechar uma compra online, e as máquinas poderão decidir quando é a melhor hora de começar um novo turno de produção ou comprar novos materiais.


Esses são alguns dos exemplos sobre como a quarta revolução industrial, também conhecida como Indústria 4.0, deverá transformar o modelo como conhecemos atualmente. A TOTVS, empresa líder no desenvolvimento de softwares de gestão, listou oito conceitos fundamentais que serão referência neste novo modelo de produção industrial. Confira:


Personalização: nichos cada vez mais específicos de clientes, literalmente personalizados, serão a tendência do mercado. Os produtos devem conseguir atender preferências específicas de cada cliente, trazendo de volta até mesmo um pouco da era artesanal.

Fábrica em módulos: para atender a esse grau de personalização, o ciclo de vida dos itens tende a ser ainda mais curto, o que significa que as linhas de produção deverão ter configurações mais rápidas e eficazes. A ideia é fugir de linhas rígidas e priorizar células independentes, que também possam ser substituídas em caso de falhas.

Arquitetura aberta: quanto mais aberto e universal, melhor. Essa regra será válida tanto para a comunicação entre máquinas e softwares ou para dimensões de peças e unidades de medidas. A dica, portanto, é fugir de padrões obsoletos ou regionais e seguir arquiteturas que atendam o maior número de empresas e indústrias possíveis.

Big Data: transformar grandes volumes de dados em informação de relevância para os negócios será prática corriqueira. Cada vez mais as indústrias deverão entender como seus produtos ou serviços impactam os consumidores, potenciais clientes ou até mesmo aqueles que já deixaram de consumir sua marca. Se, antes, a análise dos dados demorava meses para ser feita, agora será possível processar essas informações em poucos minutos com poderosos softwares.

Dados na nuvem: manter informações na nuvem será cada vez mais frequente na indústria, uma vez que é muito mais seguro e barato do que guardar os dados com a área de TI própria. Essa estratégia também permite mais flexibilidade, permitindo que o gestor acesse dados importantes durante uma viagem de negócios, por exemplo.

Segurança: esse item demandará cada vez mais atenção. Uma invasão pode resultar em paradas de produção inesperadas e grandes prejuízos. Por isso, robôs e linhas inteligentes devem ser equipados e configurados para operar com a máxima segurança, tanto física quanto de acesso aos microcomputadores e computadores embarcados nas máquinas.

Internet das Coisas: sensores serão instalados em praticamente todas as coisas, permitindo que elas desempenhem diversas funções adicionais. É como se fosse possível instalar uma “alma” nos produtos, uma espécie de identificação única. Como a regra serão dados na nuvem, o sistema conseguirá identificar e configurar os sensores de modo muito mais prático.

Virtualização: esse conceito se refere à possibilidade de visualizar, em tempo real, toda a operação de uma fábrica, incluindo as perdas e as paradas. Na prática, será possível acompanhar a eficiência de toda a linha de modo online. Isso também permitirá simulações antes de montar a linha, facilitando o estudo quanto às melhores configurações e a capacitação das equipes.

Fonte: Infomoney

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